DEFENSIVOS AGRÍCOLAS BASF SA DEFENSIVOS AGRÍCOLAS BASF SA
INSETICIDA
 
COMPOSIÇÃO
(RS) - 5 - amino - 1 - ( 2, 6- dichloro - α,α,α - trifluoro - p - tolyl) - 4 - trifluoromethylsulfinylpyrazole-3-carbonitrile (Fipronil) --------------------------------------------- 250 g/L (25% m/v)
Ingredientes Inertes ---------------------------------------------- 850 g/L (85% m/v)
 
 
FORMULAÇÃO
Suspensão Concentrada (SC)
 
 
GRUPO QUÍMICO
Pirazol
 
 
CLASSE TOXICOLÓGICA
III - Medianamente tóxico
 
Cultura Nomenclatura binomial Nome Comum Descrição
Arroz Syntermes molestus Cupim (*) Dose: 200 - 250 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 50,0 - 62,5 g/100 kg de sementes
Arroz Oryzophagus oryzae Bicheira
da raiz do arroz
(*) (**) Dose: 120 - 150 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 30,0 - 37,5 g/100 kg de sementes
Feijão Diabrotica speciosa Vaquinha
verde amarela
(*) Dose: 200 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 50,0 g/100 kg de sementes
Feijão Sternechus subsignatus Tamanduá da soja  (*) Dose: 200 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 50,0 g/100 kg de sementes
Milho Phyllophaga cuyabana Coró da soja (*) Dose: 40 - 50 mL/ha
Dose g i.a.: 10,0 - 12,5 g/ha
Soja Diabrotica speciosa Vaquinha
verde amarela
(*) Dose: 200 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 50,0 g/100 kg de sementes
Soja Elasmopalpus lignosellus Lagarta elasmo (*) Dose: 200 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 50,0 g/100 kg de sementes
Soja Sternechus subsignatus Tamanduá da soja (*) Dose: 200 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 50,0 g/100 kg de sementes
Soja Porcellio laevis Piolho de cobra (*) Dose: 80 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 20,0 g/100 kg de sementes
Soja Phyllophaga cuyabana Coró da soja (*) Dose: 100 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 25,0 g/100 kg de sementes
Soja Aracanthus mourei Torrãozinho da soja (*) Dose: 100 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 25,0 g/100 kg de sementes
Trigo Diloboderus abderus Pão de galinha (*) Dose: 100 - 150 mL/100kg de sementes
Dose g i.a.: 25,0 - 37,5 g/100 kg de sementes
Algodão Eutinobothrus brasiliensis Broca do algodoeiro (*) Dose: 250 - 300 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 62,5 - 75,0 g/100 kg de sementes
Algodão Frankliniella schultzei Tripes (*) Dose: 250 - 300 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 62,5 - 75,0 g/100 kg de sementes
Cevada Diloboderus abderus Pão de galinha (*) (**) Dose: 100 - 150 mL/100 kg de sementes
Dose g i.a.: 25,0 - 37,5 g/100 kg de sementes
Pastagem Cornitermes cumulans Cupim (*) (**) Dose: 20 - 40 mL/ha
Dose g i.a.: 5,0 - 10,0 g/ha
Pastagem Atta capiguara Saúva parda (*) (**) Dose: 20 - 40 mL/ha
Dose g i.a.: 5,0 - 10,0 g/ha
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 















 

 
 
(*) Utilizar a dose maior em condições de alta incidência da praga na área.
(**) Com restrição de uso temporária no Estado do Paraná.

Nas recomendações de uso por hectare, o produto deverá ser distribuído na quantidade de sementes a ser utilizada para semear 1 (um) hectare.
 


MODO DE APLICAÇÃO

Aplicar o produto homogeneamente sobre as sementes na dose recomendada, utilizando tambor rotativo com eixo excêntrico ou máquinas apropriadas para tratamento de sementes. - Tambor rotativo: colocar as sementes e metade da calda inseticida, girar o mesmo algumas vezes e, em seguida colocar o restante da calda girando novamente até que haja uma perfeita distribuição e cobertura das sementes.
Máquinas para tratamento de sementes: verificar o rendimento do equipamento para a semente de arroz, cevada, feijão, pastagem, soja e trigo e colocar a calda pronta no reservatório, calibrar a máquina e efetuar o tratamento. Após o tratamento deixar as sementes secarem à sombra e proceder a semeadura.

Algodão e Milho: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita à diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 0,50 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Algodão e 0,08 a 0,10 litro da calda inseticida por hectare de Milho para se obter as quantidades de produto conforme recomendação.

Arroz: Distribuir o produto de forma homogênea sobre as sementes nas doses recomendadas. Se necessário poderá ser feita à diluição na proporção de 1:1 (1 litro do produto em 1 litro de água), neste caso utilizar 0,24 a 0,30 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para o controle da bicheira da raiz e 0,40 a 0,50 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Arroz para o controle de cupins para se obter as quantidades de produto conforme recomendação.

Cevada e Trigo: Se necessário poderá ser feita à diluição do produto formulado na proporção de 1:3 (1 litro do produto em 3 litros de água). Utilizar 0,40 a 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Cevada ou Trigo para se obter as quantidades de produto conforme recomendação.

Feijão: Se necessário poderá ser feita à diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Utilizar 0,60 litro da calda inseticida para 100 kg de sementes de Feijão para se obter as quantidades de produto conforme recomendação.

Soja: Se necessário poderá ser feita à diluição do produto formulado na proporção de 1:2 (1 litro do produto em 2 litros de água). Utilizar 0,60 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 200 mL p.c./100 kg de sementes (controle do tamanduá da soja, vaquinha verde amarela e lagarta elasmo); 0,30 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 100 mL p.c./100 kg de sementes (coró e torrãozinho); e 0,24 litro da calda inseticida quando a dose recomendada for de 80 mL p.c./100 kg de sementes (piolho de cobra) para se obter as quantidades de produto conforme recomendação.

Pastagem: Se necessário poderá ser feita à diluição do produto formulado na proporção de 1:9 (1 litro do produto em 9 litros de água). Utilizar 0,20 a 0,40 litro da calda inseticida por hectare quando a dose a ser utilizada for de 20 ou 40 mL p.c./ha respectivamente.
Esta quantidade de calda inseticida deverá ser distribuída homogeneamente no volume de sementes que será utilizado para cobrir 1 (um) hectare de área semeada para se obter as quantidades de produto conforme recomendação.
 


ÉPOCA DE APLICAÇÃO
Uma única aplicação em tratamento de sementes antes da semeadura.
 
 
MECANISMO DE AÇÃO

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: O fipronil age por bloqueio não-competitivo dos canais de cloreto dos receptores específicos GABA. Uma vez absorvido, o fipronil é rapidamente distribuído e matebolizado. Os resíduos teciduais foram detectados na carcaça, trato gastrintestinal, fígado, adrenais e gordura abdominal. A eliminação é lenta, demonstrando um potencial de bioacumulação. É eliminado principalmente através das fezes.
 

INTERVALO DE SEGURANÇA / CARÊNCIA 
Intervalo de segurança não determinado devido a modalidade de emprego.
 
 
INTERVALO DE REENTRADA NAS ÁREAS TRATADAS
Como a finalidade do produto é tratamento de sementes, não há restrições quanto a reentrada de pessoas em lavouras oriundas de sementes tratadas.
 
 
RESTRIÇÃO DE USO
Este produto promove o controle das pragas iniciais nas culturas para as quais possui registro autorizado.
Não recomenda-se o tratamento das sementes diretamente na caixa da semeadora, devido a baixa eficiência, resultando em pouca aderência e cobertura desuniforme das sementes.
Standak ® é compatível com fungicidas usualmente utilizados para tratamento de sementes.
Não é recomendada a mistura de Standak ® com produtos de reação fortemente alcalina (Hormônios, Fertilizantes, Estimuladores de Crescimento, etc...), como com qualquer outro agrotóxico.
Standak nas doses registradas e da forma que é recomendado se mostrou bastante seletivo contra a maioria dos insetos benéficos das plantas cultivadas.
Proceder a regulagem das semeadoras com as sementes já tratadas, pois poderá haver alteração na fluidez das mesmas.
Para as culturas de soja e feijão utilizar no máximo 600 mL da calda inseticida para 100 kg de sementes, pois poderá haver absorção de excesso de umidade pelo tegumento, o que poderá alterar a qualidade das mesmas quanto a germinação e vigor vegetativo.
 
 
MANEJO DE RESISTÊNCIA
 
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
Incluir outros métodos de Controle de Insetos (ex: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.
 
 
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.
 

 
Para solicitar preço de STANDAK
preencha o formulário
  

Nome:

  Email:   Fone:
  Cidade:   Estado:
Mensagem: 

br.viarural.com > agricultura > defensivos agrícolas > Basf >

DEFENSIVOS AGRÍCOLAS BASF SA

AGRICULTURA CONSTRUÇÃO E PECUÁRIA NO BRASIL