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Reserva Biológica do Rio Trombetas < Oriximiná > Praça da Feirinha s/Nº - Porto Trombetas |
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Localização |
| Os objetivos específicos da Reserva são proteger amostras de
ecossistemas amazônicos; assegurar a sobrevivência da
tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa) e demais quelônios;
assegurar a permanência dos processos naturais de sazonalidades e proteger
áreas encachoeiradas, que abrigam fauna e flora particulares. O nome da unidade é devido ao rio Trombetas que faz parte da Reserva em seu curso de Cachoeira Porteira até o Lago do Mussurá.
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| Acesso Pode-se acessar a área por via aérea desde Manaus, Belém e Santarém para Porto Trombetas; por via fluvial, a partir de Santarém, cidade vizinha à Oriximiná e Óbidos. De Porto Trombetas à sede há necessidade de se fretar embarcações particulares.
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| Relevo Predominam, na porção centro-sul, as colinas e ravinas. Na porção norte da área, que apresenta altitudes um pouco maiores, aparecem interflúvios tabulares com drenagem profunda e topos aplainados, além de cristas, mesas com ravinas e pontões, com drenagem muito aprofundada.
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| Clima Caracteriza-se por ser um clima típico de região continental, quente e úmido. A área apresenta uma das precipitações mais baixas da região Amazônica, sendo a média anual de 2.152 mm. A maior parte das chuvas se concentra nos meses de janeiro a maio.
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| Flora A vegetação é basicamente composta por Floresta de Terra Firme e Floresta de Várzea. Existe ainda, a vegetação aquática encontrada nos lagos.
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| A Floresta de Várzea tem duas variações: a Floresta de Várzea Baixa
com lianas e jauari e a Floresta de Várzea Alta, onde as palmeiras e cipós
não aparecem, sobressaindo-se os louros, pitaica e munguba.
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| Fauna Três animais até agora registrados na Reserva do Rio Trombetas, o tatu-canastra (Priodontes giganteus), o gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus), e o jacaré-açu (Melanosuchus niger), estão incluídos na Lista Oficial de Espécies da Fauna Ameaçadas de Extinção. Existem ainda 14 espécies raras de morcegos insetívoros ou frugívoros na Reserva.
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Atualmente existem muitos posseiros na Reserva que, além de pescarem
e caçarem na área, dedicam-se a atividades agrícolas de subsistência
de maneira bastante rudimentar e coletam castanha-do-pará. |
| Fonte: Ibama (agosto 2007). |